A tradicional festa de Réveillon organizada todos os anos pela Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) está causando expectativa no público que pretende passar a virada do ano na Orla de Atalaia. A programação conta com artistas consagrados da música brasileira, que prometem agitar a última noite do ano. A cantora carioca Maria Rita abrirá a festa, seguida do mineiro Alexandre Pires. A banda que representará a arte sergipana será Cartel de Bali, que trará em seu repertório muito reggae e pop rock para transmitir boas vibrações para 2009.
Formada no ano de 2000 por quatro amigos, a banda sergipana possui um repertório que mistura composições próprias e músicas de artistas consagrados. Ao longo do tempo, os rockeiros da Cartel de Bali procuraram valorizar os rifes de guitarra e amadurecer as letras. Dentre os covers apresentados, estão ‘Smells Like Teen Spirit’, do Nirvana; ‘Azul e Vermelho’, do Reação (banda local de reggae); Wish You Were Here, do Pink Floyd; e uma versão meio reggae de ‘Wonderwall’, do Oasis. Em entrevista à Agência Aracaju de Notícias (AAN), o vocalista Adriano Canuto falou sobre a preparação para o grande show, além da expectativa de tocar com grandes nomes da música brasileira.
Agência Aracaju de Notícias – O que vocês esperam do grande show que encerrará a programação do palco da festa de Réveillon 2009?
Adriano Canuto – A nossa expectativa sempre é a melhor possível, pois já é a segunda vez que tocamos na festa de Réveillon. Por ser uma festa em que as pessoas estão se concentrando para novos desafios e celebrando as conquistas alcançadas no ano que passou, o clima é sempre de muita positividade. Este ano renovamos o repertório, colocamos músicas bem animadas para a galera não parar de pular.
ANN – Como funciona a escolha do repertório de vocês para uma festa como esta?
AC – Como a banda existe desde 2001, nós já temos certa maturidade no nosso repertório, e o público já canta várias músicas nossas como, por exemplo, a "Última chance" e a "Tudo o que tiver de ser será". Para um show como este do Réveillon, nós procuramos propor, além de músicas próprias, versões de músicas conhecidas. Em todas as versões que nós criamos a gente coloca a nossa identidade, e deixa com a nossa cara, geralmente com uma levada reggae, que é sempre boa. Já posso adiantar que para este show preparamos versões de músicas da banda The Police, versões de sucessos de Tim Maia, e de canções que se consagraram nos anos 80.
ANN – Qual é a expectativa para tocar no mesmo palco que Maria Rita e Alexandre Pires?
AC – Nós já temos certa experiência de tocar na mesma noite que grandes artistas, mas a adrenalina é sempre muito grande. Nós sentimos a responsabilidade de fazer um show de qualidade, pois é o que o público espera e merece. Estamos muito lisonjeados de termos sido lembrados mais uma vez para representar Sergipe nessa festa, e sentimos uma motivação a mais para fazermos o nosso melhor. A família Cartel de Bali está muito feliz, pois o mercado da música em Aracaju ainda é muito incipiente e esta oportunidade que a PMA sempre nos dá é muito importante para a divulgação do nosso trabalho.
ANN – É do senso comum que todo artista se preocupa com a estrutura proposta em seus shows, como a qualidade do equipamento de som, por exemplo. A Cartel de Bali está satisfeita com a estrutura fornecida pela PMA este ano?
AC – A estrutura fornecida pela Prefeitura de Aracaju sempre é muito boa mesmo. Todo artista que toca nestes eventos da PMA sempre elogia a qualidade da estrutura que a administração fornece. O som é mesmo um elemento muito relevante para todas as bandas e quando a gente toca com o som destes eventos é sempre 100%. O público pode esperar por grandes apresentações na noite do dia 31.
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