Em mais um ano de realização do Réveillon de Aracaju, a Prefeitura se organizou antecipadamente para receber as mais de 100 mil pessoas que, na virada de ano de 2019 para 2020, lotaram a Orla da Atalaia. Assim, diversos serviços municipais foram ofertados para melhor atender sergipanos e turistas que escolheram a capital sergipana como destino para receber o novo ano. Ao todo, mais de 700 profissionais da administração municipal trabalharam na operação.
“Começamos há cerca de um mês pela parte estrutural com o pessoal da SMTT, da Defesa Civil, sendo que tudo foi planejado com antecedência para que tivéssemos com todas as medidas tomadas antes mesmo do início do evento, é tanto que, a última vistoria foi só para revisar o que já estava feito. A nossa intenção é a cada dia melhorar os serviços porque uma cidade que cresce e vê esse trabalho todo que a Prefeitura vem desenvolvendo de forma conjunta vai querer sempre o melhor”, ressaltou o secretário municipal da Defesa Social e Cidadania, Luiz Fernando Almeida.
Segundo a Defesa Civil Municipal, 40 bombeiros civis foram designados para atuar no controle do público. A Defesa Civil também disponibilizou viaturas de combate a incêndio e atendimento e dois guarda-vidas, além de fazer o isolamento da área dos fogos.
Já a segurança da festa ficou a cargo de 160 guardas municipais, espalhados em pontos fixos e itinerantes, em locais estratégicos. Esse, aliás, é o terceiro réveillon sob os cuidados da Guarda Municipal de Aracaju (GMA), que já tem expertise no evento.
Um dos pontos cruciais, o trânsito, contou com a atuação de cerca de 70 agentes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), que iniciaram a Operação Réveillon às 15h, com o início dos bloqueio da avenida Santos Dumont, na Orla da Atalaia.
Para garantir o fluxo e o acesso ao local da festa, a SMTT também montou um bloqueio na rotatória do Terminal de Integração da Atalaia para impedir o acesso de veículos à avenida Rotary. Dessa forma, os condutores estão sendo direcionados para o sentido Norte pela avenida Desembargador José Antônio de Andrade Góes (Coroa do Meio) ou para o sentido Sul pela rua Arício Guimarães Fortes.
A parte estrutural, composta de dois palcos de 178 metros, dois camarotes (um central e o da acessibilidade) e os camarins, passou por uma vistoria geral poucas horas antes do evento, para garantir o cumprimento do projeto e a segurança da execução dele.
Já a assistência à saúde foi feita através de um posto montado na Orla da Atalaia, com uma equipe de 20 pessoas, entre médicos, enfermeiros e técnicos, além de duas ambulâncias do Samu, uma para suporte básico e outra para o avançado; uma sala de estabilização e cinco leitos.
“Pensamos em dar total suporte às pessoas que vieram à Orla para que elas se sintam, sobretudo, cobertas diante de qualquer situação. Por isso, além da estrutura montada junto ao Samu, os hospitais municipais Fernando Franco e Nestor também estiveram sob alerta para receber eventuais pacientes que precisassem de cuidados maiores”, destacou a secretária municipal da Saúde, Waneska Barboza.
Após o final da festa, mais de 325 garis e margaridas atuarão na limpeza da Orla, que será liberada para o tráfego assim que os serviços forem concluídos.
Acessibilidade
Para garantir que todos pudessem participar do evento, o Camarote da Acessibilidade, coordenado pela Secretaria Municipal da Assistência Social, foi montado em um espaço privilegiado com capacidade para receber 70 pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Uma das beneficiadas com o espaço foi a estudante Luna Sanches, que tem deficiência visual. “Achei muito bom a Prefeitura ter disponibilizado um espaço para pessoas que têm necessidades especiais e, para mim, foi de muito proveito. Pude aproveitar a festa com conforto e segurança, o que me deu mais empolgação para a festa”, frisou.
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