Com a chegada do mês de outubro, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), tem intensificado as ações de conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, aderindo à campanha Outubro Rosa. O objetivo é levar cada vez mais mulheres a realizarem a mamografia, aumentando as possibilidades de perceber e tratar a doença com maior eficácia. 
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil, entretanto, se diagnosticado precocemente e tratado de forma adequada e com qualidade, tem até 95% de cura.
Desta maneira, é fundamental divulgar ao máximo de mulheres possível como se dá o diagnóstico e o tratamento. 
“Sempre em outubro, nós realizamos essa campanha de conscientização e visibilidade aos serviços da rede. Este ano, por conta da pandemia, produzimos três vídeos educativos, explicando como acessar os serviços ligados ao diagnóstico de câncer de mama, que serão passados para os usuários da rede via whatsapp. Além disso, nos televisores de todas as unidades básicas estará passando um vídeo institucional sobre o assunto”, explica a coordenadora da Área Programática e Estratégica da Atenção Primária à Saúde da SMS, Kamila Fialho.  
A recomendação do Ministério da Saúde (MS) é que todas as mulheres, a partir de 50 anos, façam a cada dois anos uma mamografia de rastreamento, mesmo que não tenha sentido nenhuma alteração na mama, pois trata-se de uma faixa etária com risco maior de desenvolver câncer. 
No entanto, caso se perceba alguma alteração na mama, seja o surgimento de uma secreção, ou mesmo sentir um enrijecimento de alguma área do seio, é preciso procurar o mais rápido possível um posto de saúde da sua região, independentemente da idade.      
“Em qualquer posto de saúde a usuária pode solicitar a realização do exame, inclusive ele é considerado de agendamento rápido, sem muita fila. É muito importante que após passar pelo exame a mulher retorne à unidade básica de saúde onde foi atendida, porque se houver qualquer tipo de alteração ela poderá fazer outros exames, como uma biópsia, e começar o tratamento específico no Cemar”, ressalta a coordenadora da Rede de Programas de Vigilância e Atenção à Saúde (RPVAS) de Aracaju, Cristiane Ludmila Borges.