Por Daniel Nascimento
A noite do dia 26, no palco Gerson Filho, contou com a presença de várias figuras ilustres. Começou com a apresentação de Robertinho dos Oito Baixos, Forrozão Cariri e Joseane Dy Josa, seguidos por Cid e Forró Tranquilo, Pierre Feitosa e encerrando com Forró Experimental.
Filha do Vaqueiro do Sertão, um dos maiores músicos de Sergipe, Joseane Dy Josa se apresentou nesta terça-feira, 26, no Palco Gerson Filho. A Musa do Forró disse que se sente honrada em se apresentar no espaço especial para a música sergipana.
“É um presente para nós que fazemos música popular nordestina, é nossa valorização”, comenta Joseane sobre o Palco Gerson Filho. “O forró é Brasil”, foi assim que ela se expressou antes de iniciar a apresentação. A animação dela contagiou o público.
Segundo Joseane, é uma honra fazer parte dessa cultura maravilhosa da linha “gonzagística”. Em seu repertório ela sempre incluiu músicas de Luiz Gonzaga, mas hoje elas têm um significado especial. “Hoje não poderia faltar. É o centenário de Luiz Gonzaga e vou fazer uma homenagem para ele e para meu painho”, afirmou.
Em parceria com Anastácia, Joseane de Josa cantou pela primeira vez a música “Tributo a Luiz Gonzaga”. A música de Anastácia é uma homenagem ao músico que levou o nordestino para todo o Brasil. “Em cada canto do Brasil tem alguém tocando Luiz”, lembra Joseane.
Além do Rei do Baião, a Musa do Forró também homenageou o pai, Josa, o Vaqueiro do Sertão. Josa está hospitalizado há quase dois meses, mas abençoou a filha e lhe emprestou o chapéu para lhe dar sorte. “Eu já chorei e tudo. Fico toda arrepiada por me apresentar aqui. Meu pai me abençoou e me emprestou seu chapéu. O chapéu é uma homenagem a ele”, contou.
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