Até ontem, domingo, a oficina de tecido acrobático, coordenada por Nathália Furlan, chamou a atenção e atraiu muita gente pela sincronia, equilíbrio, sutileza e leveza dos movimentos. As atividades aconteceram na tenda "Cultura e Diversidade". As aulas misturaram técnica e beleza, força e concentração.

Já na oficina de malabares, coordenada pelo chileno Manuel Alexander Herreras, que participou pela primeira vez do Projeto Verão, simpatia, descontração, habilidade e sincronia foram os ingredientes fundamentais. Aproximadamente 40 alunos passaram pela oficina a cada dia.

Bolinhas, claves, diabolô, debilstick, swing, aros, prato chinês e trapézio foram as técnicas ensinadas. De acordo com o professor, a arte circense surgiu na China há cinco mil anos. Acrobacias, contorcionismos e equilíbrio eram utilizados para desenvolver a agilidade, flexibilidade e força de seus guerreiros.

Além de ensinar as técnicas, Manuel Herreras ensinou também como confeccionar, principalmente com materiais reciclados, os objetos utilizados. Há um ano em Aracaju, Manuel iniciou seus projetos de fomentação da cultura circense há seis meses. Já fez oficinas no Centro de Criatividade e já se apresentou no Teatro Tobias Barreto e no Centro de Convenções. Além disso, ele é artista plástico e trabalha também na construção de bonecos de papel.