Para receber denúncias, solicitações e sugestões relacionadas ao sistema de saúde da capital, a Prefeitura de Aracaju disponibiliza, na Secretaria Municipal da Saúde, o serviço de Ouvidoria, que pode ser acessado pelo 0800 729 3534, opção 7. Por este canal, até o momento, o Programa Municipal de Combate ao Aedes aegypti já recebeu 428 ouvidorias, todas classificadas como denúncias de locais com possíveis focos do mosquito.  
Do total de denúncias, a maior parte foi feita por telefone. Foram 374 ligações, o que corresponde a 87,38%; 36 por email (8,41%); dez denúncias via formulário (2,34%); sete de forma presencial (1,64%) e uma por carta (0,23%).  
"Da Ouvidoria, essa denúncia é encaminhada direto para o Programa de Combate ao Aedes, sem intermediações que possam burocratizar a solução para a demanda. E quando a gente recebe, já envia diretamente ao supervisor geral da região onde está localizada a denúncia, para que esse fluxo seja atendido de uma forma mais rápida”, explica o gerente do Programa Municipal de Combate ao Aedes, Jeferson Santana.  
O prazo de resposta das denúncias feitas na Ouvidoria é de até dez dias, e de acordo com Jeferson, quase todas as realizadas esse ano já foram atendidas, e as que não tiveram resposta estão dentro do prazo estabelecido.  
“Das demandas que vem, a grande maioria são de imóveis abandonados ou fechados. Alguns casos não se têm registro desses imóveis, nem na Secretaria de Finanças. Então, demanda um pouco de tempo, procurando por vizinhos ou se alguém conhece o dono, para conseguirmos entrar no imóvel. Mas não deixamos o denunciante sem resposta, enviamos informações sobre o andamento da denúncia, para que ele seja atendido dentro do prazo e esteja ciente que estamos trabalhando para atendê-lo”, salienta o gerente do Programa.  
Esse canal de comunicação entre o usuário e o programa de combate ao Aedes é um recurso a mais no combate ao mosquito, pois paralelo a essas demandas, já existe um cronograma semanal de ações, com visitas domiciliares, bloqueios de transmissão, mutirões e aplicação de fumacê. “E é muito importante essa interação com a população, porque conseguimos potencializar nossas ações focando nas áreas mais necessitadas”, frisou Jeferson.  
Ainda de acordo com o gerente, quando, na visita in loco, os agentes identificam que o trabalho não está dentro do executado no combate ao Aedes, a solicitação é redirecionada ou para a Emsurb, no caso de coleta de entulhos ou serviços de roçagem; ou ainda para a Secretaria de Meio Ambiente, quando necessário.