O Conselho Municipal da Assistência Social (CMAS) inova com a realização de reuniões descentralizadas em Aracaju. O encontro ocorreu no Oratório Festivo São João Bosco, mais conhecido como “Oratório de Bebé”, e contou com a presença de membros do conselho, que integram as secretarias municipais da Saúde, Educação, Fazenda, Defesa Social e Cidadania, Fundação de Formação para o Trabalho, Planejamento, Procuradoria Geral e diversos representantes da sociedade civil. O conselho funciona de modo paritário e deliberativo.
A presidente do CMAS, Sônia Lima Azevedo, que representa a Secretaria Municipal da Assistência Social no conselho, explica que a ideia é transitar pelas sedes das instituições como forma de levar os membros e participantes do conselho a conhecerem o trabalho desenvolvido em todas elas. “Como praxe, as reuniões acontecem sempre na sede da Estação Cidadania, criada especialmente para abrigar os conselhos municipais da Assistência Social, da Criança e do Adolescente, do Idoso, da Mulher e da Pessoa com Deficiência. Pela primeira vez estamos, nesta gestão, levando as discussões para fora, na intenção de mostrar que estamos abertos à participação da sociedade”, enfatizou.
Sônia ainda informou sobre como as pautas foram discutidas. “Estamos expondo alguns pontos importantes, como a prestação de contas do último trimestre de 2017, com dados dos recursos que nós investimos durante o primeiro ano de gestão. Também tratamos sobre a reprogramação do saldo que ficou em caixa no ano passado, além das emendas parlamentares aprovadas para algumas entidades e para o próprio município. Tudo isso é apreciado e tem que ser autorizado pelo conselho”.
A presidente do Oratório, irmã Marisa Inez Mosena, acredita que a iniciativa itinerante é acertada, pois possibilita que os conselheiros entendam mais a fundo as instituições locais, ao mesmo tempo que podem ver, in loco, o que está sendo desenvolvido. “Posso dizer que vejo que este conselho vem trabalhando, colocando a mão na massa, sendo efetivo e crítico quando se trata dos projetos e execução deles. Aqui sempre temos uma via de mão dupla, porque há um retorno ao setor público e às pessoas que trabalham nas instituições. Assim podemos fazer um trabalho conjunto em benefício de toda área social que atende a população”.
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