Bem-estar, saúde e mais qualidade de vida são alguns dos benefícios que a atividade física pode proporcionar para quem a pratica. E com esse objetivo, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realizou, nesta quinta-feira, 31, mais um Aulão Especial, desta vez, no bairro 18 do Forte. Instrutores de diversos polos do Programa Academia da Cidade (PAC) interagiram na ação, que reuniu cerca de 200 pessoas.
De acordo com a coordenadora da Área de Promoção e Ações Intersetoriais da SMS, Patrícia Rocha, a iniciativa tem como meta, disseminar a importância da atividade física para uma melhor qualidade de vida. “É fundamental reforçar que o objetivo desses aulões é fazer com que os alunos de todos os polos interajam e atraiam novos alunos, fazendo com que esse trabalho de promoção da saúde, por meio da prática de exercícios, atinja o maior número de pessoas”, enfatizou Patrícia Rocha.
A proposta do PAC é promover um aulão de dança por mês, para atingir todos os polos gradativamente. “Iniciamos essa ação no bairro 13 de julho, no mês passado, e o encontro de hoje foi sediado no Polo Maracaju. Estamos organizando um cronograma mensal para divulgar os aulões especiais e a ideia é contemplar todos os bairro da capital”, informou a técnica do Programa Academia da Cidade (PAC), Bárbara Oliveira.
No aulão desta quinta-feira, participaram alunos dos polos: Bugio, Santos Dumont, 18 do Forte, Lamarão, Industrial, São José, Médici, Orlando Dantas e Instituto Gbarbosa. Os professores desses polos também atuaram na dinâmica das atividades e mobilizaram suas turmas para a ação.
“Na rotina do programa, desenvolvemos atividades diariamente, nos turnos da manhã e da tarde. São aulas de alongamento, localizada, caminhada monitorada, funcional e aeróbico, com uma média de 50 alunos por turno. Nesse aulão, incluímos os professores dos outros polos, numa mistura de ritmos pra animar bem os alunos”, explicou o professor do Polo Maracaju, Anderson Santos Bezerra.
Mais saúde e diversão
Tais Xavier é estagiária do Polo Industrial e falou dos bons resultados na saúde dos usuários. “Temos alunos com hipertensão, diabetes, e a partir da regularidade nas atividades do Programa, já tivemos a redução da quantidade de uso dos medicamentos desses alunos com essas doenças, e até casos onde apenas a prática da atividade física consegue manter a normalidade da pressão arterial”.
Já a estagiária do Polo Castelo Branco, Jéssica Silva, diz que esse encontro acaba se tornando um momento diferente, onde os polos se encontram e interagem. “E como nosso público é mais feminino, foi uma forma de encerrar as atividades do Outubro Rosa e reforçar o alerta”, complementou.
Magnólia Varjão é aluna do Polo Industrial há cerca de 10 anos, desde quando precisou cuidar das taxas de colesterol e, atualmente, tem o PAC como uma atividade de rotina. “É algo gratuito que não gera custo algum, na verdade a gente só ganha. É uma maravilha!”, elogiou.
Izalina Rodrigues mora no bairro Santo Antônio e participa do Polo Industrial. Há mais de 10 anos ela descobriu e tratou um câncer de mama, e por recomendações médicas se tornou aluna do PAC. Ela afirma que além de ajudar no aspecto físico, a interação nas aulas e treinos também a ajudou a superar a depressão acometida por conta da doença.
“Fui muito acolhida desde o primeiro dia, e é uma rotina que faz bem para o corpo e a alma, porque lidar com o tratamento de um câncer, muitas vezes nos deixa sem saber como reagir. Ser aluna da Academia da Cidade me ajudou na recuperação da minha saúde, fiz amizades e já são 13 anos participando”, compartilhou.
Fique informado: As notícias mais recentes sobre Edvaldo






